Em pouco mais de 2 anos, vi o meu OwnIndex (VO2max) despencar de 53 para 34, o peso disparou de 73kg para 82. E o que isso quer dizer? Que estou muito fora de forma. Mas existe uma luz no fim do túnel: estou querendo voltar a correr, e depois de tanto tempo longe das ruas, estou quebrando minha cabeça para descobrir por onde iniciar.
Meus “equipamentos” de corrida estão todos guardados pelos recantos da casa. O polar RS200 não está mais medindo nada, os tênis estão empoeirados e ressecados. Mas antes de pensar em equipamentos, tenho que decidir, por onde começar. Quando eu sair de casa, o que vou fazer? andar, correr, rastejar?
Existem uma variedade de treinos por ai. Muitos deles para corredores que já estão na pista e outros tantos para quem nunca correu. Mas onde estão os treinos para os corredores enferrujados?? O que faço com a memória da minha maratona em 2005, das várias 1/2 maratonas que completei abaixo de 2h, ou os 10km que corri em 43minutos? Olhar para um treino que fala que um longa é uma corrida de 18 minutos e lembrar dos longas de 25km corridos antes de ir para o trabalho é meio nostálgico e desanimador. E o problema é que essa nostálgia também atrapalha na hora da volta, seja por minar a nossa vontade de recomeçar, seja por fazer você superestimar a sua condição física atual baseada nos ganhos do passado. Isso posto, vem o ponto: ESQUEÇA O QUE PASSOU, a volta só será possível se for encarada como um INÍCIO e não um recomeço.
Então vamos começar com o básico. Se estou iniciando uma vida de corredor, o que preciso fazer? Correr! – Mas quanto? Pouco!
Parece que cheguei a uma resposta satisfatória. Para voltar a correr, preciso correr pouco e deixar o organismos se adaptar a uma nova rotina, será preciso também bastante paciência para não acelerar nenhuma etapa, o que pode comprometer essa iniciativa com lesões desnecessárias.
O Guilherme nasceu no dia 25 de novembro de 2009 as 01:23 da manhã, com 3,440 kg e 50 cm e por mais clichê que isso possa aparecer a emoção que senti foi indescritível, é algo que não sabia poder sentir até senti-lo.
Nas horas que antecederam o nascimento dele vi a minha mulher passar por uma pequena provação, que tenho certeza, só mulheres de muita fibra e garra conseguiriam passar – 8 horas e meia de trabalho de parto. Naquele dia a minha admiração por ela só aumentou.
Hoje, 43 dias depois do nascimento do meu filho, escrevo aqui para registrar e agradecer tudo de bom que o ano de 2009 trouxe. O nascimento do meu filho fechou com chave de ouro um ano que só teve coisas boas, alegrias e conquistas.
True Blood’s Emmy-nominated title sequence was created by Digital Kitchen, a production studio that was also responsible for creating the title sequence of Six Feet Under. The sequence, which is primarily composed of portrayals of the show’s deep South setting, is played to “Bad Things” by Jace Everett.[13]
Digital Kitchen wished to explore themes of redemption and forgiveness in the opening title sequence.
Conceptually, Digital Kitchen elected to construct the sequence around the idea of “the whore in the house of prayer”[14] by intermingling contradictory images of sex, violence and religion and displaying them from the point of view of “a supernatural, predatory creature observing human beings from the shadows …”[13] Digital Kitchen also wished to explore ideas of redemption and forgiveness, and thus arranged for the sequence to progress from morning to night and to culminate in a baptism.[14]
Most of the footage used in the sequence was filmed on location by Digital Kitchen. Crew members took a four-day trip to Louisiana to film and also shot at a Chicago church and on a stage and in a bar in Seattle.[14] Additionally, several Digital Kitchen crew members made cameo appearances in the sequence.
In editing the opening, Digital Kitchen wanted to express how “religious fanaticism” and “sexual energy” could corrupt humans and make them animalistic. Accordingly, several frames of some shots were cut to give movements a jittery feel, while other shots were simply played back very slowly. Individual frames were also splattered with drops of blood.[14] The sequence’s transitions were constructed differently, though; they were made with a Polaroid transfer technique. The last frame of one shot and the first frame of another were taken as a single Polaroid photo, which was then divided between emulsion and backing. The emulsion was then filmed being further separated by chemicals and those shots of this separation were placed back into the final edit.[13]
Eight different typefaces, inspired by Southern road signage, were also created manually by Camm Rowland for cast and crew credits, as well as the show’s title card